Por António Augusto
Num sistema que tantas vezes os trata como peças substituíveis, continuam a ser das poucas partes verdadeiramente humanas.
A enfermagem não se resume a técnicas, protocolos ou medicação.
São os enfermeiros que seguram as mãos quando já não existem respostas reconfortantes.
São os enfermeiros que insistem em continuar a fazer o que fazem, mesmo depois de noites onde o corpo pede descanso e a mente silêncio.
São os enfermeiros que cedo aprendem a conviver com o cansaço, com a pressão e com a obrigação de manter a serenidade no meio do caos.
Ser enfermeiro é cuidar dos outros mesmo quando ninguém parece cuidar de quem cuida. E isso diz mais sobre a enfermagem do que qualquer homenagem escrita hoje.
Feliz dia do Enfermeiro!


