O Governo aprovou a criação de um novo modelo para o Cartão Nacional de Dador de Sangue. A medida, assinada pela secretária de Estado da Saúde, surge para responder aos progressos tecnológicos e às novas formas de interação entre os dadores e o Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O que muda com o novo modelo?
A principal alteração prende-se com a simplificação tecnológica. Após 13 anos em vigor, o modelo anterior deu lugar a um formato mais funcional. As principais novidades incluem:
- Fim do Chip Físico: A experiência acumulada revelou que o chip com código de proteção se tornou obsoleto e de difícil leitura para a maioria dos cidadãos.
- Foco na Interoperabilidade: A informação sobre as dádivas passa a estar centralizada e acessível de forma mais fluida nos sistemas de registo do SNS.
- Reforço do Digital: O novo modelo físico complementa o cartão digital do dador, que já se encontra disponível na área pessoal do utente e na App SNS 24.
Segurança e Produção
Apesar das mudanças no design e na tecnologia, a produção do cartão físico continuará a cargo da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM). O regime de exclusividade assegura que os documentos mantenham os padrões de segurança e confidencialidade exigidos para dados de saúde.
“Revela-se oportuno e necessário proceder à atualização do modelo (…) de modo a adequá-lo às atuais exigências tecnológicas, funcionais e operacionais”, lê-se no diploma em Diário da República.
O novo modelo entra oficialmente em vigor em meados de maio.
Links úteis:
Consulte o seu histórico de dádivas na Área Pessoal do SNS.
Saiba onde pode dar sangue através do portal do IPST.



