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Vila Pouca de Aguiar recebe imóvel do Estado para reforçar prevenção florestal e proteção civil

O concelho de Vila Pouca de Aguiar integra o grupo dos 19 municípios que passam a gerir imóveis públicos devolutos, na sequência da assinatura dos Acordos de Transferência de Competências de Gestão de Património Imobiliário Público sem Utilização. A cerimónia decorreu a 10 de dezembro, em Sintra, e contou com a presença da presidente da Câmara Municipal, Ana Rita Dias.

Em representação do Governo estiveram o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, e o secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, João Silva Lopes, entre outros responsáveis institucionais, sublinhando a importância desta medida no âmbito da descentralização e valorização do património público.

No âmbito deste acordo, a Câmara de Vila Pouca de Aguiar passa a gerir a Casa Florestal de Adagoi, edifício para o qual já se encontra previsto um investimento com candidatura aprovada ao NORTE 2030, no valor total de 152.481,56 euros, com financiamento FEDER de 106.250 euros.

A autarquia pretende reconverter o imóvel num Centro de Apoio à Floresta, Proteção Civil e Ambiente, considerado um investimento estratégico para o reforço da capacidade municipal de prevenção e resposta. Situado numa zona privilegiada e envolvido por área florestal, o futuro centro permitirá concentrar recursos, equipas e meios operacionais num espaço preparado para apoiar ações de vigilância florestal, coordenação de emergência e apoio logístico às entidades de proteção civil.

A descentralização de serviços e meios técnicos nesta área estratégica do concelho irá facilitar a monitorização do território, a gestão da informação operacional e a mobilização rápida de equipas, sobretudo em situações de emergência. A operação enquadra-se nos Investimentos Territoriais Integrados (ITI) apoiados pelo NORTE 2030, estando alinhada com as prioridades regionais de capacitação para a redução do risco.

Ao dotar o município de melhores infraestruturas de apoio à proteção civil, este investimento contribui para reforçar o planeamento operacional, aumentar a capacidade de resposta a eventos extremos e garantir maior segurança para as populações, bens e património natural.

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